AGROFIT, Ministério da Agricultura · arquivo de · doença
Fungicida para ferrugem asiática na soja
Phakopsora pachyrhizi · também ferrugem da soja
Produtos registrados
325
- Grupos químicos
- 19
- Empresas
- 59
- Biológicos
- 0
São 325 produtos com registro no Ministério da Agricultura para ferrugem asiática na soja, de 59 empresas, em 19 grupos químicos.
Grupos químicos registrados para ferrugem asiática na soja
O cadastro informa 19 grupos químicos nesta lista. Produto com mais de um ingrediente ativo conta em cada grupo. Essa contagem não determina as opções de rotação: grupos químicos diferentes podem compartilhar o mesmo mecanismo de ação. O manejo de resistência exige conferir a bula e a classificação de mecanismo de ação aplicável (HRAC, IRAC ou FRAC) com o responsável técnico. Quando a bula foi conferida, o grupo dela aparece no bloco seguinte e na linha de cada produto.
- estrobilurina 140
- triazol 123
- alquilenobis(ditiocarbamato) 75
- triazolinthione 61
- isoftalonitrila 56
- inorgânico 33
- carboxamida 28
- pirazol carboxamida 28
- morfolina 10
- fenilpiridinilamina 9
- benzimidazol (precursor de) 6
- bioquímico 2
Mais 7 grupos com poucos produtos
bis(tiocarbamato) (2) · piperidina (2) · acetamida (1) · biológico (1) · extrato vegetal (1) · neonicotinóide (1) · ácido dioxociclohexanocarboxílico (1)
O que o registro mostra
Classe toxicológica
- Categoria 2, altamente tóxico 23
- Categoria 3, moderadamente tóxico 13
- Categoria 4, pouco tóxico 104
- Categoria 5, improvável de causar dano agudo 178
- Não classificado, produto não classificado 6
- Escala anterior a 2019, ainda não reclassificado 1
Classificação de toxicidade aguda do rótulo. A categoria não mede resíduo nem risco ambiental.
Empresas com registro
59 empresas titulares. A que tem mais produtos é a Syngenta Proteção de Cultivos Ltda., com 35 (11%).
Biológico e orgânico
Nenhum produto biológico nesta lista. Nenhum tem uso aprovado na agricultura orgânica. Outros 9 são registrados para o alvo em qualquer cultura, que é como o produto biológico costuma ser registrado.
Mecanismo de ação pela bula para ferrugem asiática na soja
A bula traz o selo do grupo de resistência do produto: IRAC para inseticida, FRAC para fungicida e HRAC para herbicida. É ele que diz se dois produtos têm o mesmo modo de ação. Lido em 194 dos 325 produtos desta lista, na bula publicada pela ADAPAR e conferida pelo número de registro em 19/10/2026. Produto com mais de um ingrediente aparece em cada grupo.
- Grupo G1 (FRAC 3)C14-desmetilase na biossíntese de esterol96
- Grupo C3 (FRAC 11)Respiração, complexo III no sítio Qo81
- Grupo M05 (FRAC)Multissítio45
- Grupo M03 (FRAC)Multissítio39
- Grupo C2 (FRAC 7)Respiração, complexo II (succinato desidrogenase)26
- Grupo M01 (FRAC)Multissítio25
- Grupo C5 (FRAC 29)Desacoplamento da fosforilação oxidativa7
- Grupo 3 (FRAC)C14-desmetilase na biossíntese de esterol6
- Grupo G2 (FRAC 5)Δ14-redutase e Δ8→Δ7-isomerase na biossíntese de esterol6
- Grupo 11 (FRAC)Respiração, complexo III no sítio Qo3
- Grupo B1 (FRAC 1)Polimerização da tubulina3
- Grupo 7 (FRAC)Respiração, complexo II (succinato desidrogenase)2
Mais 4 grupos com poucos produtos
14 IRAC (2) · BM2 FRAC (1) · H5 FRAC (1) · M02 FRAC (1)
Alternar grupo é uma parte do manejo de resistência. A escolha do produto, da dose e do momento é do responsável técnico, com o receituário agronômico. O que cada código significa está na tabela dos grupos HRAC, IRAC e FRAC.
Produtos registrados para ferrugem asiática na soja
Os 325 produtos com registro para este uso, com ingrediente ativo, grupo químico, empresa titular e classe toxicológica.
325 produtos, em ordem alfabética de marca.
| Produto | Ingrediente ativo e grupo químico |
|---|---|
| Absoluto Fix registro 28517 · bula (PDF) grupo M05 FRAC Iharabras S.A. Indústria Químicas Categoria 2 | clorotalonil (isoftalonitrila) 720 g/L |
| Across; Zarco registro 22820 · bula (PDF) grupo C3 + G1 + M05 FRAC Adama Brasil S.A. Categoria 5 | Azoxistrobina (estrobilurina) 40 g/Lclorotalonil (isoftalonitrila) 500 g/Ldifenoconazol (triazol) 40 g/L |
| Adante Xtra registro 28817 Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. Categoria 4 | Azoxistrobina (estrobilurina) 242 g/Lciproconazol (triazol) 96 g/Ltiametoxam (neonicotinóide) 182 g/L |
| Aderis registro 25218 · bula (PDF) grupo M05 FRAC Ouro Fino Química S.A. Categoria 4 | clorotalonil (isoftalonitrila) 500 g/L |
| Airone Inox registro 07019 Gowan Produtos Agrícolas Ltda. Categoria 4 | hidróxido de cobre (inorgânico) 223 g/Loxicloreto de cobre (inorgânico) 239.4 g/L |
| Airone Scudo registro 07119 Gowan Produtos Agrícolas Ltda. Categoria 4 | hidróxido de cobre (inorgânico) 223 g/Loxicloreto de cobre (inorgânico) 239.4 g/L |
| Akselis registro 05326 · bula (PDF) ALTA - America Latina Tecnologia Agrícola Ltda. Categoria 5 | Protioconazol (triazolinthione) 175 g/Ltrifloxistrobina (estrobilurina) 150 g/L |
| Alade; Podesta registro 07521 · bula (PDF) grupo C2 + G1 FRAC Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. Categoria 4 | Benzovindiflupyr (pirazol carboxamida) 60 g/Lciproconazol (triazol) 90 g/Ldifenoconazol (triazol) 150 g/L |
| Alchemy; AzoxcyForce registro 14225 · bula (PDF) grupo C3 + G1 FRAC Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda - EPP Categoria 5 | Azoxistrobina (estrobilurina) 200 g/Lciproconazol (triazol) 80 g/L |
| Allenza registro 36525 Perterra Insumos Agropecuários S.A. Categoria 5 | Azoxistrobina (estrobilurina) 200 g/Lciproconazol (triazol) 80 g/L |
| Almada; Kejano registro 01622 · bula (PDF) grupo C2 + G1 + M03 FRAC Adama Brasil S.A. Categoria 5 | Protioconazol (triazolinthione) 31.5 g/Lfluxapiroxade (carboxamida) 22.5 g/Lmancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) 440 g/L |
| Alto Elite registro 26623 · bula (PDF) grupo G1 + M05 FRAC Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. Categoria 4 | clorotalonil (isoftalonitrila) 375 g/Lciproconazol (triazol) 40 g/L |
| Approve registro 11516 · bula (PDF) grupo B1 + C5 FRAC Iharabras S.A. Indústria Químicas Não classificado | fluazinam (fenilpiridinilamina) 375 g/kgtiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) 375 g/kg |
| Approve SC registro 32026 Iharabras S.A. Indústria Químicas Categoria 5 | fluazinam (fenilpiridinilamina) 300 g/Ltiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) 300 g/L |
| Aproach Max registro 9107 · bula (PDF) grupo C3 + G1 FRAC CTVA Proteção de Cultivos Ltda Categoria 5 | Picoxistrobina (estrobilurina) 200 g/Lciproconazol (triazol) 80 g/L |
| Aproach Power registro 13420 · bula (PDF) CTVA Proteção de Cultivos Ltda Categoria 4 | Picoxistrobina (estrobilurina) 90 g/Lciproconazol (triazol) 40 g/L |
| Aproach Power BR registro 23820 CTVA Proteção de Cultivos Ltda Categoria 4 | Picoxistrobina (estrobilurina) 90 g/Lciproconazol (triazol) 40 g/L |
| Aproach Premium registro 03124 · bula (PDF) grupo 11 + 3 + M01 FRAC Oxiquímica Agrociência Ltda Categoria 5 | Picoxistrobina (estrobilurina) 60 g/Lciproconazol (triazol) 40 g/Loxicloreto de cobre (inorgânico) 420 g/L |
| Armero registro 12624 · bula (PDF) grupo G1 + M03 FRAC Adama Brasil S.A. Categoria 4 | Protioconazol (triazolinthione) 40 g/Lmancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) 500 g/L |
| Armero BR registro 22021 · bula (PDF) grupo G1 + M03 FRAC Adama Brasil S.A. Categoria 4 | Protioconazol (triazolinthione) 40 g/Lmancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) 500 g/L |
Registrados para ferrugem asiática em qualquer cultura
Produtos registrados para o alvo, sem cultura definida. É como os biológicos costumam ser registrados. Por isso não entram na contagem acima.
| Produto | Ingrediente ativo e grupo químico |
|---|---|
| Bio-imune; Multi-Attack; Multi-Guard; FungiOuro; Biologic Aerum; Brandt Clearfol; Power BAC Inductor;SKDefense; Solution Pro Evolution; BioAgRoss Andorinha; Majestade registro 43418 · bula (PDF) Vittia S.A. Não classificado | Bacillus velezensis BV02 (biológico) 42 g/L |
| BNC 03; Proteva; MultiVex; DualBac; OnCeres Plus; Vester Duo; RoyalXtreme; Verde BAC Defensor registro 29725 · bula (PDF) Bem da Terra Biológicos S.A Categoria 5 | Bacillus amyloliquefaciens CCT8135 (biológico) 475 g/LBacillus velezensis CCT8136 (biológico) 475 g/L |
| Companion Maxx WP registro 35625 Lemma Agronegócios Importação e Exportação Ltda. Categoria 5 | Bacillus amyloliquefaciens cepa ENV503 (biológico) 115 g/kg |
| Macan registro 24525 · bula (PDF) Koppert do Brasil Holding S.A. Não classificado | Bacillus velezensis, isolado CECT8237 (biológico) 968.99 g/L |
| Row-Vispo registro 14023 · bula (PDF) Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda Não classificado | Bacillus subtilis, cepa IAB/BS03 (produto microbiológico) .1 g/kg |
| Sinsmart CEP CL3; Wanda registro 29623 · bula (PDF) Sinon do Brasil Ltda. Categoria 5 | Bacillus amyloliquefaciens, cepa CL3 (biológico) 14.87 g/L |
| Spartano registro 34426 · bula (PDF) Bionat Soluções Biologicas Ltda Categoria 5 | Bacillus velezensis ESALQ 6195 (não se aplica) 20 g/L |
| Superguard registro 00824 · bula (PDF) Superbac Biotechnology Solutions S.A Categoria 5 | Bacillus amyloliquefaciens BAC076 (biológico) 125 g/kgBacillus amyloliquefaciens BAC077 (biológico) 125 g/kgBacillus subtilis BAC059 (biológico) 125 g/kgBacillus subtilis BAC116 (biológico) 125 g/kg |
| Égide; Égide Max registro 21424 · bula (PDF) Companhia Nitro Química Brasileira Categoria 5 | Bacillus amyloliquefaciens CCT8135 (biológico) 475 g/LBacillus velezensis CCT8136 (biológico) 475 g/L |
Como reconhecer a ferrugem asiática
Monografia oficial do AGROFIT para Phakopsora pachyrhizi em soja. Autor da descrição: José Tadashi Yorinori.
Como é
A Ferrugem "asiática" da soja {Glycine Max (L.) Merrill} é causado pelo fungo Phakopsora pachyrhizi (Sydow & P. Sydow). As ferrugens são assim denominadas em razão das lesões amareladas de aspecto ferruginoso que causam nos hospedeiros; os fungos causadores são basidiomicetos da ordem uredinales, são todos parasitas obrigatórios e não apresentam fase saprófítica em seu ciclo vital; Os uredosporos são facilmente disseminados para lavouras próximas ou a longas distâncias através do vento, porém, não são transmitidos pela semente, restos culturais ou por material processado como a torta e o farelo de soja.
Sintomas e danos
Os primeiros sintomas da ferrugem são caracterizados por minúsculos pontos (no máximo 1mm de diâmetro) mais escuros do que o tecido sadio da folha, de uma coloração esverdeada a cinza-esverdeada. Para melhor visualização, deve-se tomar uma folha suspeita e observá-la, pela página superior, contra um fundo claro (o céu, por exemplo). Uma vez localizado o ponto suspeito, deve-se confirmar, observando o ponto escuro pelo verso da folha, podem ser observadas saliências que correspondem a estruturas de frutificação do fungo (urédias). São essas saliências que diferenciam a ferrugem das outras doenças sendo sua observação facilitada com auxílio de uma lupa com capacidade de aumentar de 10 a 20 vezes. ou sob um microscópio estereoscópico. No local correspondente ao ponto escuro, observa-se, inicialmente, uma minúscula protuberância, semelhante a uma ferida (bolha) por escaldadura, sendo esta o início da formação da estrutura de frutificação do fungo. Para facilitar a visualização das urédias (sob a lupa ou o microscópio) fazer com que a luz incida com a máxima inclinação sobre a superfície da face inferior da folha, de modo a formar sombra de um dos lados das urédias. Esse procedimento permite a observação das urédias, a campo, mesmo sem o auxílio de uma lupa de bolso(a olho-nú). Progressivamente, as urédias, também chamadas de “pústulas”, adquirem cor castanho-clara a castanho-escura, abrem-se em um minúsculo poro, expelindo os uredosporos. Os uredosporos, inicialmente de coloração hialina (cristalina), tornam-se bege e acumulam-se ao redor dos poros ou são carregados pelo vento. O número de urédias (ou pústulas), por ponto, pode variar de uma a seis. À medida que prossegue a esporulação, o tecido da folha ao redor das primeiras urédias, adquire coloração castanho-clara (lesão do tipo “TAN”) a castanho-avermelhada (lesão do tipo “reddish-brown”- RB), formando as lesões que são facilmente visíveis em ambas as faces da folha. As urédias que deixaram de esporular apresentam as pústulas, nitidamente, com os poros abertos, o que permite distinguir da pústula bacteriana, freqüente causa de confusão. A ferrugem pode também ser facilmente confundida com as lesões iniciais de mancha parda (Septoria glycines Hemmi) que forma um halo amarelo ao redor da lesão necrótica, que é angular e castanho-avermelhada. Em ambos os casos, as folhas infectadas amarelam, secam e caem prematuramente.
Ataque severo da ferrugem: A presença de água na superfície da folha é um fator essencial para o início do processo de infecção pelo fungo. É necessário pelo menos um mínimo de seis horas de molhamento foliar, sendo ideal para o fungo, molhamento acima de 10 horas. Esse "molhamento foliar" pode ser ocasionado tanto pelo orvalho como pela chuva. Regiões mais altas, com temperaturas noturnas mais amenas (20º C), apresentam um maior número de horas de orvalho, favorecendo o processo de infecção. A ocorrência de chuvas bem distribuídas também favorece a infecção.
Monitoramento regional: O monitoramento semanal da lavoura é importante para que se identifique logo no início a ocorrência da ferrugem. Produtores e técnicos devem estar atentos às informações de sua região. Se a ferrugem for identificada em alguma propriedade da região, o ideal é fazer a aplicação antes que o fungo se espalhe pelo vento. Não há uma fase específica para que a doença se manifeste na planta.
Ciclo e condições que favorecem
Os uredosporos são facilmente disseminados para lavouras próximas ou a longas distâncias através do vento, porém, não são transmitidos pela semente, restos culturais ou por material processado como a torta e o farelo de soja.
Controle, segundo a monografia
Manejo e controle químico - O fato de ser uma doença de ocorrência recente e a limitada disponibilidade de informações sobre as influências que as condições climáticas das distintas regiões de cultivo da soja poderão exercer sobre a severidade da doença , torna difícil fazer uma recomendação genérica de controle que satisfaça a todas as regiões. O que se sabe é que períodos contínuos de molhamento das folhas, por chuva ou orvalho, favorecem o desenvolvimento da doença; embora as plantas sejam infectadas desde a fase inicial de desenvolvimento, a evolução da doença é mais lenta na fase vegetativa, atingindo o pico na fase de enchimento das vagens.
Manejo - O manejo de uma doença é mais efetivo quando são adotadas em conjunto, as medidas de controle disponíveis. Recomenda-se o uso da resistência genética, quando disponível, a eliminação das plantas voluntárias e outros hospedeiros, o uso de cultivares de ciclo curto, a semeadura no início do período recomendado e o tratamento químico com fungicidas.
Controle químico - O sucesso no controle da ferrugem depende do monitoramento contínuo e da ação imediata, no início da ocorrência da doença. Diferenças marcantes têm sido observadas nos modos de ação (curativa e protetora) dos principios ativos, sendo o conhecimento prévio desses detalhes, de grande importância na escolha do fungicida, principalmente, quando a ferrugem já estiver instalada na lavoura.
Bibliografia da monografia (18 referências)
- ASIAN VEGETABLE RESEARCH AND DEVELOPMENT CENTER (AVRDC). Annual Report, AVRDC, 1983, Shanhua, Tainan, Taiwan, Republic of China (ROC). 1985.
- BONDE, M.R. & PETERSON, G.L. Research at the USDA, ARS containment facility on soybean rust and its causal agent, pp. 12-17. In: SINCLAIR, J.B. & HARTMAN, G.L. (eds.). Proceedings of the Rust Workshop, 9-10 August, 1995. College of Agricultural, Consumer, and Environmental Sciences, National Soybean Research Laboratory Publication Number 1, Urbana, Illinois. 1996. 68 p.
- BROMFIELD, K.R. Soybean Rust. Monography 11. APS Press, St. Paul, MN. 1984.
- DESLANDES, J.A. Ferrugem da soja e de outras leguminosas causadas por Phakopsora pachyrhizi no estado de Minas Gerais. Fitopatol. bras., 4:337-339. 1979.
- HENNEN, J.F. The taxonomy of the rusts, pp. 29-32. In: SINCLAIR, J.B. & HARTMAN, G.L. (eds.). Proceedings of the Rust Workshop, 9-10 August, 1995. College of Agricultural, Consumer, and Environmental Sciences, National Soybean Research Laboratory Publication Number 1, Urbana, Illinois. 1996. 68 p.
- KILLGORE, E.M. Field notes on the detection of soybean rust, initial surveys and the current status of the disease in Hawaii, pp. 38-45. In: SINCLAIR, J.B. & HARTMAN, G.L. (eds.). Proceedings of the Rust Workshop, 9-10 August, 1995. College of Agricultural, Consumer, and Environmental Sciences, National Soybean Research Laboratory Publication Number 1, Urbana, Illinois. 1996. 68 p.
- LEVY, C.; TICHAGWA & TATTERSFIELD, J.R. The status of soybean rust in Zimbabwe and South Africa. SOYBEAN RUST WORKSHOP, Foz do Iguaçu, 3-6 de junho de 2002.
- MELCHING, J.S.; BROMFIELD, K.R. & KINGSOLVER, C.H. Infection, colonization, and uredospore production on Wayne soybean by four cultures of Phakopsora pachyrhizi, the cause of soybean rust. Phytopathology 69:1262-1265. 1979.
- MELCHING, J.S.; DOWLER, W.M.; KOOGLE, D.L. & ROYER, M.H. Effects of duration, frequency, and temperature of leafwetness periods on soybean rust. Plant Dis. 73:117-122. 1989.
- MOREL P., W. Roya de la soja. MINISTÉRIO DE AGRICULTURA Y GANADERIA, Subsecretaria de Agricultura, Dirección de Investigación Agrícola, Centro Regional de Investigación Agrícola – CRIA, Capitan Miranda, Itapúa, Paraguay. Comunicado Técnico – Reporte Oficial, Série Fitopatologia, 1, Junio de 2001. 2001.
- ONO, Y.; BURITICA, P. & HENNEN, J.F. Delimitation of Phakopsora, Physopella, and Cerotelium and their species on Leguminosae. Mycol. Res. 96:825-850. 1992.
- SINCLAIR, J.B. & HARTMAN, G.L. (eds.). Proceedings of the Soybean Rust Workshop, 1995. National Soybean Research Laboratory Publ. 1. College of Agricultural, Consumer and Environmental Sciences, University of Illinois at Urbana-Champaign. 1996.
- VAKILI, N.G. (ed.) Proc. Workshop on soybean rust in the Western Hemisphere, Mayagüez, 14- 17 November. Puerto Rico, USDA-ARS, Mayagüez Institute of Tropical Agriculture. 1978.
- YORINORI, J.T. Epidemiologia e controle de Phakopsora Pachyrhizi, safra 1987/88, pp. 164- 180. In: Centro Nacional de Pesquisa de Soja 1988/89, Resultados de Pesquisa de Soja 1988/89. EMBRAPA/CNPSo, Londrina. 1989. 405 p.
- YORINORI, J.T.; PAIVA, W.M.; FREDERICK, R.D. & FERNANDEZ P., F.T. Ferrugem da soja (Phakopsora pachyrhizi) no Brasil e no Paraguai, nas safras 2000/01 e 2001/02, p. 94. In: Resumos... II Congresso Brasileiro de Soja e Mercosoja 2002. Londrina: Embrapa Soja, 2002. 393 p. (Documentos / Embrapa Soja; n. 181. Resumo 094).
- YORINORI, J.T.; MOREL P., W.; FREDERIC, R.D.; COSTAMILAN, L.M. & BERTAGNOLLI, P.F. Epidemia da ferrugem da soja (Phakopsora pachyrhizi) no Brasil e no Paraguai, em 2001 e 2002. Fitopatol. bras. 27 (Suplemento): S178-179. 2002. (Resumo 569).
- YORINORI, J.T & DESLANDES, J.A. The status of soybean rust in Brazil. In: R. Shibles, ed. Proc. 3rd. World Soybean Research Conference, Ames, Iowa, 12-17 August, 1984. Boulder, Colorado, Westview Press. 1985. 1262 p.
- YORINORI, J.T. & PAIVA, W.M. Ferrugem da soja (Phakopsora pachyrhizi): Alerta. Londrina: Embrapa Soja, 2002. Folder, 4 p.
Fonte do texto: MAPA, AGROFIT, Relatório de Pragas e Doenças. O trecho de controle é o da monografia e não substitui a bula nem a receita agronômica.
Perda por doença e praga em municípios de soja
Municípios em que a soja responde por pelo menos 30% das comunicações de perda no PROAGRO (2017–2026), ordenados pelas perdas por doença ou praga. O Banco Central registra o tipo do evento e a cultura, mas não cruza os dois: o número é do município, não só da soja.
- Serranópolis do IguaçuPR · 230 comunicações, 9,9% das perdas do município
- Santa HelenaPR · 188 comunicações, 5,3% das perdas do município
- São Miguel do IguaçuPR · 169 comunicações, 4,8% das perdas do município
- Marechal Cândido RondonPR · 151 comunicações, 4,2% das perdas do município
- MedianeiraPR · 118 comunicações, 8,3% das perdas do município
- Terra RoxaPR · 109 comunicações, 4,8% das perdas do município
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R$ 138,00 por saca
mediana entre os estados, −0,9% na semana
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Quando plantar soja no seu estado
A janela do ZARC por estado. A época de plantio muda a pressão de praga e de doença ao longo do ciclo.
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NCM 3808: herbicida, fungicida e inseticida
A posição da nomenclatura em que os defensivos da soja são classificados, com os códigos de 8 dígitos e a tributação.
Abrir no Buscador NCMPerguntas Frequentes
Quantos produtos são registrados para ferrugem asiática na soja?
São 325 produtos com registro no Ministério da Agricultura para ferrugem asiática na soja, de 59 empresas, em 19 grupos químicos. A contagem é do AGROFIT, no arquivo de 19/10/2026.
Quais fungicidas têm registro para ferrugem asiática na soja?
Os grupos químicos com mais produtos são estrobilurina (140), triazol (123), alquilenobis(ditiocarbamato) (75). A lista com marca, ingrediente ativo e empresa está na tabela desta página.
Existe produto biológico para ferrugem asiática na soja?
Nenhum dos produtos desta lista é biológico. Outros 9 são registrados para o alvo em qualquer cultura, que é a forma como o biológico costuma ser registrado. Nenhum tem uso aprovado na agricultura orgânica.
Qual a dose de fungicida para ferrugem asiática na soja?
O AGROFIT não publica dose. Ela está na bula de cada produto e na receita do engenheiro agrônomo, que considera a cultura, o estádio da lavoura e a infestação. Esta página não indica dose nem recomenda produto.
Como identificar a ferrugem asiática na soja?
Os primeiros sintomas da ferrugem são caracterizados por minúsculos pontos (no máximo 1mm de diâmetro) mais escuros do que o tecido sadio da folha, de uma coloração esverdeada a cinza-esverdeada. Para melhor visualização, deve-se tomar uma folha suspeita e observá-la, pela página superior, contra um fundo claro (o céu, por exemplo). Fonte: monografia oficial do AGROFIT, descrição de José Tadashi Yorinori.
De onde vêm os dados?
Do AGROFIT, o sistema de agrotóxicos fitossanitários do Ministério da Agricultura, nos dados abertos (licença CC BY (versão não indicada no CKAN)). O arquivo desta página é de 19/10/2026 e traz 4.408 produtos formulados com registro ativo.
Fonte: MAPA, AGROFIT (Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários), dados abertos, arquivo de 19/10/2026. Licença CC BY (versão não indicada no CKAN).