IBGE · Produção Agrícola Municipal 2025 · LSPA setembro de 2026
Produtividade da cana-de-açúcar no Rio Grande do Norte: 67,9 t/ha
No Rio Grande do Norte, a cana-de-açúcar rendeu em média 67,9 toneladas por hectare (67.858 kg/ha) em 2025, em 75.432 ha colhidos, segundo o IBGE. Abaixo da média do Brasil (75,0 t/ha) e 10ª entre os 20 estados que colheram mais de 5 mil hectares.
- 2025
- 67,9 t/ha
- 67.858 kg/ha
- 2024
- 59,9 t/ha
- +13,3% em 2025
- Brasil 2025
- 75,0 t/ha
- RN −9,5%
- Estimativa 2026
- 69,9 t/ha
- LSPA de setembro de 2026
A cana-de-açúcar no Rio Grande do Norte ano a ano
Rendimento médio do IBGE: produção dividida pela área colhida. Melhor ano da série: 2025 (67,9 t/ha); pior: 2022 (48,7 t/ha).
Rio Grande do Norte Brasil
Tabela ano a ano: rendimento, área e produção
| Ano | t/ha | Área colhida |
|---|---|---|
| 2025 | 67,9 | 75.432 ha |
| 2024 | 59,9 | 64.398 ha |
| 2023 | 58,4 | 65.495 ha |
| 2022 | 48,7 | 68.626 ha |
| 2021 | 61,4 | 66.127 ha |
| 2020 | 59,4 | 65.872 ha |
| 2019 | 60,0 | 64.171 ha |
| 2018 | 60,0 | 64.240 ha |
| 2017 | 59,4 | 62.711 ha |
| 2016 | 59,8 | 60.422 ha |
Estimativa do IBGE para 2026 no Rio Grande do Norte: 69,9 t/ha (69.929 kg/ha) em 75.092 ha, com 5,3 milhões de t (LSPA de setembro de 2026; muda a cada levantamento até sair a PAM de 2026).
Safra 2026/27 de cana no Rio Grande do Norte: a estimativa da Conab
2º levantamento da Conab, agosto de 2026. A safra da cana vai de abril a março; é estimativa e o IBGE fecha o ano depois, com método próprio.
Cana colhida
3,7 mi t
+3,3% sobre 2025/26
Produtividade
45,5 t/ha
−0,4%; 82 mil ha colhidos
Açúcar
0,2 mi t
+26,3% · ATR 124,1 kg/t
Etanol de cana
0,1 bi litros
−5,7%
O etanol de milho não sai da cana: vem das usinas de milho e entra separado. Fonte: Conab, safra de cana-de-açúcar (planilha do 2º levantamento).
A cana-de-açúcar nos municípios do Rio Grande do Norte
Metade da área colhida no Rio Grande do Norte rendeu mais de 60,0 t/ha em 2025; um quarto passou de 69,0 t/ha e um quarto ficou abaixo de 55,2 t/ha. 50 municípios colheram cana-de-açúcar.
Maiores médias, com 500 ha colhidos ou mais
- 1.Goianinha 116,0 t/ha
- 2.Ceará-Mirim 72,7 t/ha
- 3.Monte Alegre 70,0 t/ha
- 4.Vila Flor 70,0 t/ha
- 5.Arez 69,0 t/ha
- 6.Macaíba 66,7 t/ha
- 7.São José de Mipibu 66,2 t/ha
- 8.Pureza 61,8 t/ha
- 9.Canguaretama 60,0 t/ha
- 10.Espírito Santo 60,0 t/ha
| Município | t/ha 2025 | Área colhida |
|---|---|---|
| Canguaretama | 60,0 | 15.000 ha |
| Baía Formosa | 55,2 | 12.000 ha |
| Goianinha | 116,0 | 10.000 ha |
| Arez | 69,0 | 9.800 ha |
| Taipu | 46,7 | 6.000 ha |
| Pureza | 61,8 | 3.700 ha |
| São José de Mipibu | 66,2 | 3.550 ha |
| Ceará-Mirim | 72,7 | 3.300 ha |
| Espírito Santo | 60,0 | 2.500 ha |
| Pedro Velho | 60,0 | 2.400 ha |
| Macaíba | 66,7 | 1.800 ha |
| Tibau do Sul | 55,0 | 1.500 ha |
| Ielmo Marinho | 57,5 | 1.000 ha |
| Monte Alegre | 70,0 | 550 ha |
| Vila Flor | 70,0 | 500 ha |
| Nísia Floresta | 60,0 | 500 ha |
| Nova Cruz | 60,0 | 500 ha |
| Jundiá | 60,0 | 300 ha |
| Montanhas | 70,0 | 150 ha |
| São Gonçalo do Amarante | 65,7 | 100 ha |
| Maxaranguape | 72,0 | 50 ha |
| Santa Maria | 50,0 | 40 ha |
| Coronel João Pessoa | 49,8 | 30 ha |
| Alexandria | 37,4 | 25 ha |
| Senador Georgino Avelino | 69,0 | 15 ha |
| Passagem | 60,0 | 15 ha |
| Venha-Ver | 45,0 | 13 ha |
| São Miguel | 40,0 | 10 ha |
| Frutuoso Gomes | 30,0 | 10 ha |
| Major Sales | 33,0 | 7 ha |
| Marcelino Vieira | 45,0 | 6 ha |
| Pau dos Ferros | 45,0 | 6 ha |
| Rafael Fernandes | 45,0 | 6 ha |
| Antônio Martins | 5,7 | 6 ha |
| Encanto | 47,6 | 5 ha |
| Luís Gomes | 45,0 | 5 ha |
| Rafael Godeiro | 51,8 | 4 ha |
| Taboleiro Grande | 49,0 | 4 ha |
| Riacho de Santana | 50,0 | 3 ha |
| Riacho da Cruz | 45,0 | 3 ha |
| Lucrécia | 43,3 | 3 ha |
| Assú | 66,0 | 2 ha |
| Almino Afonso | 50,0 | 2 ha |
| Pilões | 47,0 | 2 ha |
| Paraná | 45,5 | 2 ha |
| Doutor Severiano | 28,0 | 2 ha |
| Portalegre | 20,0 | 2 ha |
| Martins | 10,0 | 2 ha |
| Água Nova | 40,0 | 1 ha |
| São Francisco do Oeste | 40,0 | 1 ha |
Município com pouca área tem média instável (uma roça boa ou ruim muda o número); por isso o destaque só considera 500 ha colhidos ou mais. A tabela traz todos.
Cana-de-açúcar no Rio Grande do Norte: custo, preço, plantio e seguro
A cana-de-açúcar nos outros estados
- 1º GO · 82,2
- 2º MT · 81,4
- 3º SP · 77,4
- 4º MS · 76,4
- 5º TO · 76,0
- 6º BA · 73,9
- 7º PR · 71,6
- 8º MG · 70,0
- 9º PA · 68,9
- 10º RN · 67,9
- 11º PI · 64,1
- 12º CE · 63,7
- 13º ES · 63,1
- 14º AL · 61,5
- 15º PB · 59,2
- 16º PE · 57,1
- 17º MA · 56,3
- 18º SE · 52,5
- 19º RJ · 51,7
- 20º RS · 41,2
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Perguntas Frequentes
Quantas toneladas de cana-de-açúcar por hectare no Rio Grande do Norte?
No Rio Grande do Norte, a cana-de-açúcar rendeu em média 67,9 toneladas por hectare (67.858 kg/ha) em 2025, em 75.432 ha colhidos, segundo o IBGE. É menos que a média do Brasil (75,0 t/ha) e a 10ª entre os 20 estados com mais de 5 mil hectares colhidos. Para 2026, o IBGE estima 69,9 t/ha no Rio Grande do Norte (levantamento de setembro de 2026). A série ano a ano e os municípios estão na página de produtividade da cana-de-açúcar no Rio Grande do Norte da Calculadora Rural.
Qual município do Rio Grande do Norte tem a maior produtividade de cana-de-açúcar?
Entre os municípios com 500 hectares colhidos ou mais, Goianinha teve a maior média do Rio Grande do Norte em 2025: 116,0 t/ha. Em seguida vêm Ceará-Mirim (72,7 t/ha) e Monte Alegre (70,0 t/ha). O maior em área foi Canguaretama, com 15.000 ha e 60,0 t/ha. A Calculadora Rural lista todos os municípios do Rio Grande do Norte pela Produção Agrícola Municipal do IBGE.
A produtividade da cana-de-açúcar no Rio Grande do Norte subiu ou caiu em 2025?
Subiu: de 59,9 t/ha em 2024 para 67,9 t/ha em 2025 (+13,3%). Nos últimos 10 anos, o melhor foi 2025 (67,9 t/ha) e o pior, 2022 (48,7 t/ha). O rendimento do IBGE é a produção dividida pela área colhida: perda total de lavoura reduz a área colhida e não entra na média. A série completa está na Calculadora Rural.
Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal (tabelas 5457 e 839) e LSPA (tabela 6588), lidos em 27/10/2026. Toneladas por hectare pela convenção de mercado; o IBGE publica em kg/ha. Metodologia.