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Sinistros agrícolas em Maximiliano de Almeida (RS)

PROAGRO/SICOR · 2017–2026 · Microrregião de Sananduva

Vulnerabilidade alta · ~168/ano

Sinistros (COP)

1.677

Laudos (RCP)

1.668

Área afetada

24 mil ha

Ranking estadual

86º

de RS

Evolução dos sinistros em Maximiliano de Almeida

Comunicações de perda por ano (2017–2026). Tendência: tendência de alta.

399 273 147 21 COPs
2017 2026

Eventos climáticos em Maximiliano de Almeida

Distribuição das comunicações de perda por tipo de evento (2017–2026).

☀️ Seca 1.126 67%
🌧️ Chuva excessiva 478 29%
❄️ Geada 56 3%
🧊 Granizo 9 1%
🌡️ Variação excessiva de temperatura 3 0%
🦗 Doença ou praga 3 0%
⚡ Tromba de água 1 0%
💨 Vento forte 1 0%

Culturas mais afetadas em Maximiliano de Almeida

Comunicações de perda por cultura (2017–2026).

Cultura COPs %
SOJA 617 37%
MILHO 536 32%
TRIGO 426 25%
FEIJÃO 32 2%
CANOLA 24 1%

Perguntas Frequentes

Quais os sinistros agrícolas mais comuns em Maximiliano de Almeida?

Entre 2017–2026, Maximiliano de Almeida registrou 1.677 comunicações de perda no PROAGRO. O evento mais frequente é Seca, responsável por 67% dos sinistros. A cultura mais afetada é soja (37% dos registros).

A seca está piorando em Maximiliano de Almeida?

Olhando o período 2017–2026, os sinistros em Maximiliano de Almeida apresentam tendência de alta. Isso pode refletir eventos climáticos mais frequentes ou ampliação da área plantada sob PROAGRO. Veja o calendário de plantio.

Como proteger a lavoura em Maximiliano de Almeida?

A principal proteção é plantar dentro da janela do ZARC, que é calibrada para minimizar perdas climáticas. Isso é também condição para acessar o PROAGRO. Veja o calendário de plantio de Maximiliano de Almeida.